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A CONTA CHEGOU! Taxa de iluminação pública chega nas casas do pojucanos

(imagem reprodução)
Por Natan Fontes

Após ser aprovada na Câmara de Vereadores em uma sessão extraordinária em dezembro de 2017 e regulamentada pelo prefeito Carlos Eduardo Bastos Leite, o Duda Leite (PSDB) em abril deste ano, a prometida taxa de iluminação pública (TIP) chega nas casas e nas faturas dos moradores do município.

Apesar de ser questionada por milhares pojucanos e alguns vereadores a cobrança passou a valer desde então, com isso os residentes, comerciantes e empresários já estão recebendo na fatura de julho o valor aprovado pelo executivo.

Ficam isentas do pagamento da TIP, as unidades consumidoras classificadas como residencial e que tenham seu consumo até 70 kW/h, além do Poder Público Municipal e demais serviços públicos.

Questionada sobre a obrigatoriedade e manutenção do serviço público a Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia (Coelba) respondeu através de nota que arrecada o dinheiro dos contribuintes e repassa na integralidade para a Prefeitura. “A distribuidora apenas cumpre a lei, efetuando o recolhimento da contribuição por meio da fatura de energia e repassando, em seguida, o valor arrecadado ao governo municipal”, diz um trecho da nota.

Iluminação pública é assunto da prefeitura. O município tem o dever de iluminar as ruas, praças, túneis, paradas de ônibus e outros bens públicos, como fachadas de prédios históricos e monumentos. A prefeitura também deve fazer a manutenção, a renovação e a expansão do sistema.

Segundo o engenheiro elétrico Heliomar Figueira, uma lâmpada queimada deve ser trocada em até 72 horas. "O cidadão tem que procurar a prefeitura. Caso não tenha uma empresa terceirizada que trabalha para a prefeitura, tem que ver com o município qual a secretaria responsável por aquela área, e reclamar", explica.

O valor da contribuição é definido pela prefeitura, e pode variar de acordo com a característica do imóvel: residencial, rural, comercial. E depende de quanto o morador consome de energia por mês. "Na realidade o morador está contribuindo para pagar a conta de iluminação do município que ele vive. Ou seja, ele está pagando por cada pedaço de rua
onde ele está circulando. Então, ele deve zelar por isso sim, deve cobrar da prefeitura o investimento na melhoria da iluminação da cidade", explica a representante da Coelba.
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